quarta-feira, 2 de março de 2011

O Mundo é Pequeno de Mais para Tanto Talento




Não há espaço para tanto talento, foi por isso que até à data ainda só os encontramos duas vezes juntos em campo.

Liga dos Campeões: FC Porto 2-1 Arsenal (17-02-2010)

Não foi assim há tanto tempo que o FC Porto ganhou ao Arsenal. Equipa, que derrotou a actual, melhor equipa do mundo, o Barcelona.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Prolongamento

Boas estas festas, pena que já foram há um tempinho...
Festa de S. Brás o nosso padroeiro. Tourada, missa, procissão e o melhor, o fogo de artificio. Lindo, lindo , lindo.
Este fim de semana, foram os anos da Daniela, da Ana Cristina e da Joana. Parabéns às 3. (sempre com tempo para a equipa)

Fartei - me de rir contigo Lisa. Há espera do funeral, mais parecia que estavamos a jogar às escondidas. Já sabes quem era a mulher?

Beijos a todos os visitantes.
Martokas

Triple Team

Os Três melhores goleadores do FCPorto estiveram ontem no Algarve em campo. Falcao, Hulk e James. Uma noite para recordar.

O TIGRE E O COMPATRIOTA

Olhanense-FC Porto, 0-3 (destaques)
O Tigre e o compatriota
Por Redacção com Jorge Anjinho2011-02-26 22:28h

Todos sabem de quem falamos, O Tigre Falcao número 9 e o compatriota James número 19.

Falcao

Regresso à equipa em jogos do campeonato após lesão, regresso aos golos. O colombiano é assim. Não perde pela demora. De remate simples e frequente, marcou o segundo golo da equipa e matou o jogo. E só o fez porque é um rato de área, tão apertada foi a marcação dos «gatos» Maurício e André Micael. No 2-0 soube procurar o espaço para rematar, no 3-0 apareceu à ponta-de-lança a emendar. Pelo meio, um remate ao poste. El Tigre deu a vitória ao dragão, ou, pelo menos, deu a certeza de que ela não fugia.

Hulk

Tem o estatuto de estrela da companhia e faz por merecê-la. Todo o futebol ofensivo da equipa passou-lhe pelos pés, e, sozinho, é capaz de colocar em pânico uma equipa completa. Não marcou nenhum golo, mas esteve sempre nas jogadas mais perigosas. Aqui e ali deu a sensação de que podia ter sido mais esclarecido. Lutou até final à procura do golo e o 3-0 é exemplo disso.

James Rodriguez

Em meia parte, fez o que o treinador pediu: influenciou o jogo e o resultado. Começou atrás de Hulk e Falcao, mas deambulou por várias zonas do terreno. Esteve no 1-0 e assistiu Falcao para o segundo.

Nuno Piloto

Pode não ter o estatuto de outros no Olhanense, mas é seguramente um dos jogadores mais evoluídos do campeonato, tacticamente. Defendeu, atacou, compensou posições, que grande jogão fez Piloto. Esteve melhor a defender do que a atacar, mas a missão estava mais direccionada em tapar a progressão do adversário.

Ricardo Batista

Defendeu quase tudo, excepto os remates de Belluschi e Falcao, que fizeram o marcador. Uma exibição na linha do que já fizera em Portimão, no último jogo. Tem estado debaixo de olho da estrutura técnica de federação, não causando admiração se vier a ser chamado à selecção, mesmo que no terceiro golo azul e branco pudesse ter feito mais.

Olhanense-FC Porto, 0-3

(crónica)
É uma máquina rumo ao título
Por Redacção com Jorge Anjinho

O FC Porto continua imbatível na Liga caminhando com confortável vantagem rumo ao título. No Algarve, o Olhanense foi impotente para travar o ritmo dos dragões, que resolveram na segunda parte, com golos de Belluschi e Falcao (2). Os algarvios perderam pela primeira vez no José Arcanjo, esta época, perante uma máquina azul e branca que permanece imparável.

André Villas-Boas efectuou apenas uma alteração no FC Porto em relação ao jogo com o Sevilha, deixando Fucile no banco e lançando Sapunaru, na lateral direita.

No Olhanense, João Gonçalves e Rui Duarte cederam os lugares a Suarez e Ismaily. Sem surpresas, a esquematização das duas equipas, em 4x3x3, embora o Olhanense com algumas nuances: Jorge Gonçalves encostava ao trio (então em linha) do meio-campo, ficando Paulo Sérgio e Djalmir no ataque.

Costuma-se dizer que uma equipa só joga o que a outra deixa. Por imposição (ou talvez não), o FC Porto não deixou o Olhanense jogar, principalmente nos 20 minutos iniciais, com a clara intenção de querer resolver cedo. A dúvida é sempre legítima de se colocar, porque os algarvios até se sentem bem nesse papel, de espera, pois têm boa organização para surpreender em contra-ataque.

Mas foi complicado os algarvios libertarem-se do domínio dos dragões, com linhas adiantadas e a defender muito distante de Helton. E muito Hulk no ataque, a necessitar de vigilância apertada, pois todo o futebol ofensivo dos dragões girou em torno do internacional brasileiro, que teve com Ricardo Baptista um duelo interessante, ganho pelo guarda-redes do Olhanense na primeira parte. Por tês vezes, o melhor marcador do campeonato alvejou a baliza algarvia, com Varela e Belluschi a serem protagonistas de outras duas boas situações para levar a equipa em vantagem para o intervalo.

Para isso também contribuiu a boa organização colectiva dos algarvios, que depois do começo a todo o gás dos azuis e brancos foram acertando as marcações. Mas sobrou muito receio nas abordagens ofensivas, com Helton a ter 45 minutos sem sobressaltos. Paulo Sérgio foi o mais incomodativo do Olhanense, equipa que não conseguiu oportunidades relevantes de golo nesse período.

Nova atitude, mas grande golo

Villas-Boas mexeu na equipa para a segunda parte. Retirou Sapunaru e Varela, apostou em Fucile e James. Paulo Sérgio voltou a assumir o ataque dos locais e apelou aos sentidos de Helton, aos cinco minutos, num remate colocado, com o brasileiro a defender e a lançar logo o ataque, que passou pelos pés de Falcao e acabou a embater no poste direito da baliza de Ricardo Baptista.

Dois lances nas duas balizas, normal no FC Porto face ao ocorrido até então, e indícios de atitude mais ofensiva no Olhanense. Na normalidade do FC Porto, Falcao (57 minutos) voltou a estar próximo de festejar quando Carlos Fernandes cortou uma bola quase dentro da baliza. Nos novos indicadores do Olhanense, as transições saíam mais rápidas, mas pecavam no último passe.

E foi com Olhanense adiantado que os dragões colocaram-se em vantagem, numa transição rápida, com Belluschi a finalizar após ressalto. A bola saiu em arco num grande golo. O jogo ficaria resolvido dois minutos depois, por Falcao, que apareceu na área livre de marcação a finalizar à vontade. Um atributo que o colombiano voltou a repetir, já em período de descontos, numa recarga a um remate de Hulk. A organização do Olhanense na primeira parte e o adiantamento do na segunda valorizou a vitória do FC Porto, que só foi fácil para quem não viu.