O regresso do nosso Tigre,Falcao, do medo à meia glória
Entrou receoso e quase saiu em ombros. A falta de confiança que o privou de um regresso mais madrugador notou-se nas primeiras abordagens. Tímido, sem a garra característica e com um nervosismo evidente. Num ápice tudo mudou. Ganhou uma bola, deu para Varela e posicionou-se para, como em tantas outras vezes, levantar o Dragão. Maldita trave, terá exclamado. Na segunda parte voltou a ter soberana ocasião, mas o remate prensado saiu por cima.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
FCPORTO - O REGRESSO DO "TIME MARAVILHA"
Perde-se o jogo mas ganha-se uma equipa. Comparando este jogo com o da semana passada, independentemente do resultado, sinto que o PORTO está de volta.
Luís Fabiano, o golo seis anos depois
Na cabeça de muitos portistas estará certamente a provocadora questão: «Agora já marcas?»
Então Sevilha só isso? Parece que o Javi Varas, foi o unico a aguentar a equipa. Foi o quê? Tiro ao Boneco? Ninguém impedia a Bola.
Luís Fabiano, o golo seis anos depois
Na cabeça de muitos portistas estará certamente a provocadora questão: «Agora já marcas?»
Então Sevilha só isso? Parece que o Javi Varas, foi o unico a aguentar a equipa. Foi o quê? Tiro ao Boneco? Ninguém impedia a Bola.
Dois por Um - "Super Dragões a sorrir na Europa"
Depois da grande vitória frente ao Sevilha (1º mão)por 2-1, o Porto perdeu, mas apurou - se. Perdeu? Sim, mas foi uma derrota que não ilustrou o que se passou no relvado. Fabiano? Sim, e ous outros 10?
Prestem agora atenção à cronica do jogo.
Liga Europa: F.C. Porto-Sevilha, 0-1 (crónica)
Super Dragão a sorrir na Europa com o coração nas mãos
Por Vítor Hugo Alvarenga
A história do futebol escreve-se com linhas dignas de uma montanha russa. O F.C. Porto apurou-se com sofrimento, aguentou o rombo em noventa minutos de grande nível, tempo suficiente para construir uma goleada. Perdeu (0-1). Apurou-se.
O Sevilha podia seguir em frente? Podia. Sem merecer. O tento de Fabiano foi uma prova de eficácia num onze de qualidade inferior. Segue-se o CSKA de Moscovo. Teve mais sabor assim, gritam os portistas, a plenos pulmões, com um sorriso na face.
Minuto 55. Acordaram os espanhóis. Até então, o Sevilha denotara respeito excessivo pelo poderio do F.C. Porto. Tentara marcar, é certo, sem arriscar o necessário para chegar aos dois golos exigidis. Mérito, pois então, da formação portista.
Com pouco mais de meia-hora pela frente, Gregorio Manzano denotou finalmente ambição. Colocou Fabiano e tirou um lateral. Pode queixar-se de falta de sorte na primeira mão. No Dragão, esteve quase a ganhar a lotaria.
Alvaro e Falcao para o melhor onze
Até então, quase tudo fora pintado a azul e branco. André Villas-Boas recuperou Alvaro Pereira e Falcao, desviando Fucile para a direita. O onze favorito dos adeptos portistas para uma inusitada tarde europeia.
35 mil adeptos nas bancadas, belo número, dezenas de baixas repentinas , postos de trabalho sem dono, uma cidade parada a acompanhar a sua equipa. Ao vivo, pela televisão, rádio ou internet, enquanto não chega a hora de saída do emprego. Tudo vale.
Os relatos chegavam com boas notícias. O F.C. Porto mostrou-se pouco impressionado com a entrada do Sevilha. Aproveitando as fragilidades dos laterais visitantes, os dragões ganharam sede pelo golo e raramente entregaram a iniciativa de jogo. O Sevilha, reforça-se, pouco fez para a conquistar.
Tiro ao boneco e a tudo
Em suma, se o resultado da primeira mão enganava, diga-se então que a equipa de Villas-Boas merecia golear no Estádio do Dragão. Acertou na trave, nos adversários, no guarda-redes, denotou até excesso de pontaria. Criou inúmeras situações de golo, sem precisar dele.
O Sevilha, pela imagem transmitida, procurou apenas deixar aquela imagem de «quase». «Quase conseguíamos». «Se não fosse o primeiro jogo...». Por aí fora. Para um treinador em apuros, aceita-se. Mas esta formação andaluz, ficou mais que provado, está um patamar abaixo dos dragões.
O F.C. Porto foi sério, acutilante e quis vencer. Perdeu, mas saiu por cima. Falcao regressou, fugiu a contactos mas ficou a centímetros do golo. Alvaro Pereira enchera o campo até cometer uma imprudência grave, já depois do tento de Luís Fabiano. Expulsão, tudo em aberto.
Dragão a sorrir com o coração nas mãos
Recuando no filme, eis então o minuto 55. Manzano lança Fabiano. O Sevilha ataca a três. Até então, Kanouté era a principal referência (porquê ter Otamendi a marcá-lo, com défice de centímetros?). Os dragões não quiseram saber, continuaram por cima, em busca do golo. Hulk falhou. O Fabuloso não.
Vinte minutos para o final, 0-1. Luís Fabiano ganha espaço, aguenta a carga e marca. De azul e branco, pouco o fez. Agora, a confiança dá lugar ao susto. Para mais, Alvaro Pereira responde à frustração com uma entrada despropositada, arriscada. Vermelho. Excesso de rigor? Talvez, mas aceita-se.
Adeptos impacientes, Villas-Boas também. O F.C. Porto estivera sempre por cima. Num ápice, fica perto do abismo. Dois minutos, segundo amarelo para Alexis. Howard Webb consegue finalmente expulsar um visitante. Este, por exemplo, já escapara ao vermelho na primeira parte.
O Dragão acabou preso às cadeiras, com o coração nas mãos, a bater forte. Assim, talvez traga mais sabor. Contudo, a injustiça ficou a um pequeno passo, ao alcance de um Sevilha retardatário. Pagou por isso mesmo.
Prestem agora atenção à cronica do jogo.
Liga Europa: F.C. Porto-Sevilha, 0-1 (crónica)
Super Dragão a sorrir na Europa com o coração nas mãos
Por Vítor Hugo Alvarenga
A história do futebol escreve-se com linhas dignas de uma montanha russa. O F.C. Porto apurou-se com sofrimento, aguentou o rombo em noventa minutos de grande nível, tempo suficiente para construir uma goleada. Perdeu (0-1). Apurou-se.
O Sevilha podia seguir em frente? Podia. Sem merecer. O tento de Fabiano foi uma prova de eficácia num onze de qualidade inferior. Segue-se o CSKA de Moscovo. Teve mais sabor assim, gritam os portistas, a plenos pulmões, com um sorriso na face.
Minuto 55. Acordaram os espanhóis. Até então, o Sevilha denotara respeito excessivo pelo poderio do F.C. Porto. Tentara marcar, é certo, sem arriscar o necessário para chegar aos dois golos exigidis. Mérito, pois então, da formação portista.
Com pouco mais de meia-hora pela frente, Gregorio Manzano denotou finalmente ambição. Colocou Fabiano e tirou um lateral. Pode queixar-se de falta de sorte na primeira mão. No Dragão, esteve quase a ganhar a lotaria.
Alvaro e Falcao para o melhor onze
Até então, quase tudo fora pintado a azul e branco. André Villas-Boas recuperou Alvaro Pereira e Falcao, desviando Fucile para a direita. O onze favorito dos adeptos portistas para uma inusitada tarde europeia.
35 mil adeptos nas bancadas, belo número, dezenas de baixas repentinas , postos de trabalho sem dono, uma cidade parada a acompanhar a sua equipa. Ao vivo, pela televisão, rádio ou internet, enquanto não chega a hora de saída do emprego. Tudo vale.
Os relatos chegavam com boas notícias. O F.C. Porto mostrou-se pouco impressionado com a entrada do Sevilha. Aproveitando as fragilidades dos laterais visitantes, os dragões ganharam sede pelo golo e raramente entregaram a iniciativa de jogo. O Sevilha, reforça-se, pouco fez para a conquistar.
Tiro ao boneco e a tudo
Em suma, se o resultado da primeira mão enganava, diga-se então que a equipa de Villas-Boas merecia golear no Estádio do Dragão. Acertou na trave, nos adversários, no guarda-redes, denotou até excesso de pontaria. Criou inúmeras situações de golo, sem precisar dele.
O Sevilha, pela imagem transmitida, procurou apenas deixar aquela imagem de «quase». «Quase conseguíamos». «Se não fosse o primeiro jogo...». Por aí fora. Para um treinador em apuros, aceita-se. Mas esta formação andaluz, ficou mais que provado, está um patamar abaixo dos dragões.
O F.C. Porto foi sério, acutilante e quis vencer. Perdeu, mas saiu por cima. Falcao regressou, fugiu a contactos mas ficou a centímetros do golo. Alvaro Pereira enchera o campo até cometer uma imprudência grave, já depois do tento de Luís Fabiano. Expulsão, tudo em aberto.
Dragão a sorrir com o coração nas mãos
Recuando no filme, eis então o minuto 55. Manzano lança Fabiano. O Sevilha ataca a três. Até então, Kanouté era a principal referência (porquê ter Otamendi a marcá-lo, com défice de centímetros?). Os dragões não quiseram saber, continuaram por cima, em busca do golo. Hulk falhou. O Fabuloso não.
Vinte minutos para o final, 0-1. Luís Fabiano ganha espaço, aguenta a carga e marca. De azul e branco, pouco o fez. Agora, a confiança dá lugar ao susto. Para mais, Alvaro Pereira responde à frustração com uma entrada despropositada, arriscada. Vermelho. Excesso de rigor? Talvez, mas aceita-se.
Adeptos impacientes, Villas-Boas também. O F.C. Porto estivera sempre por cima. Num ápice, fica perto do abismo. Dois minutos, segundo amarelo para Alexis. Howard Webb consegue finalmente expulsar um visitante. Este, por exemplo, já escapara ao vermelho na primeira parte.
O Dragão acabou preso às cadeiras, com o coração nas mãos, a bater forte. Assim, talvez traga mais sabor. Contudo, a injustiça ficou a um pequeno passo, ao alcance de um Sevilha retardatário. Pagou por isso mesmo.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Dia dos Namorados

Olá, caros leitores, hoje não é dia dos namorados, mas foi quando pude aqui vir escrever.
Nos grandes amores, existe sempre alguma coisa que os faz vencer as barreiras do tempo e do espaço. É assim que se eternizam e se tornam universais.
Adão e Eva, D. Pedro I e Inês de Castro, Napoleão e Josefina, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Francisco Sá Carneiro e Snu Abecassis são alguns dos pares que ganharam lugar cativo na galeria dos grandes amantes. Cada pessoa encontrará no amor um pouco de si e poderá redescobrir aquilo a que Camões chamou “fogo que arde sem se ver”. Mais do que um sentimento, é um objecto de desejo.
À PARTE.
Casos:
Conta a NASA que o Sol não produzia uma erupção como a que produziu no dia 14, Dia dos Namorados, há quatro anos. As imagens recolhidas pelo Observatório de Dinâmica Solar da agência espacial norte-americana mostram aquela que é a primeira erupção de categoria X, a categoria máxima, desde 2006.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Portugal VS Argentina com sabor a Ronaldo VS Messi
Portugal e Argentina, com Cristiano Ronaldo e Messi em campo, estão a disputar em Genebra, Suíça, um dos desafios mais aguardados da ronda internacional de particulares de futebol.
O seleccionador português, Paulo Bento, disse ontem que o jogo não é um confronto Ronaldo-Messi e comparando a partida ao duelo Ibérico frente à Espanha - que correu de feição aos jogadores lusos .
Pelas 21h locais (20h em Lisboa), com arbitragem do suíço Massimo Busacca, o Stade de Genève está a ser o palco do exigente teste de Portugal (oitavo contra o quinto do ranking FIFA), que continua empenhado na qualificação para o Euro2012.
O seleccionador português, Paulo Bento, disse ontem que o jogo não é um confronto Ronaldo-Messi e comparando a partida ao duelo Ibérico frente à Espanha - que correu de feição aos jogadores lusos .
Pelas 21h locais (20h em Lisboa), com arbitragem do suíço Massimo Busacca, o Stade de Genève está a ser o palco do exigente teste de Portugal (oitavo contra o quinto do ranking FIFA), que continua empenhado na qualificação para o Euro2012.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A Defesa Ruiu e Levou Todo o Porto Atrás
Hulk egoista, como sempre.(O que não quer dizer que seja mau jogador)
Helton, num mau momento, mas fez uma grande defese, pena que o mal ja estivesse sido feito.
Falta de Falcao, Rafa e Alvaro Pereira faz - se notar cada vez mais
Maicon, para variar, fez asneira.
James não sabe controlar a força dos remates, por isso foi o entorneiro que foi. (O que tambem não quer dizer que seja mau jogador)
Ainda assim, demos a cara. E no entanto, acredito perfeitamente que vamos ao ninho do abutre garantir a passagem à meia-final.
Helton, num mau momento, mas fez uma grande defese, pena que o mal ja estivesse sido feito.
Falta de Falcao, Rafa e Alvaro Pereira faz - se notar cada vez mais
Maicon, para variar, fez asneira.
James não sabe controlar a força dos remates, por isso foi o entorneiro que foi. (O que tambem não quer dizer que seja mau jogador)
Ainda assim, demos a cara. E no entanto, acredito perfeitamente que vamos ao ninho do abutre garantir a passagem à meia-final.
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