terça-feira, 30 de novembro de 2010

Adeptos benfiquistas não desistem...


A única pergunta realmente importante é : E não acertaram em ninguém , PORQUÊ ???
Agora a sério, se me dissessem não acreditava. Os seus próprios adeptos...É de mais!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Real Madrid vs Barcelona


COMENTÁRIO: grande vitória do Barcelona no clássico com o Real Madrid. Triunfo justíssimo da equipa culé, que foi melhor em todos os momentos do encontro. Mourinho pode queixar-se de um penalty sobre Ronaldo ainda na primeira parte, mas tudo o resto aconteceu porque o adversário foi superior.

Crónica: O Barcelona de Guardiola, uma nova esperança?
LIGA DOS CAMPEÕES
artenigma
07 de Junho de 2009, às 18:07
Quando se vaticina o fim da imprevisibilidade e da magia no futebol, sobretudo pelo evoluir da leitura do jogo e pelas constantes revoluções tácticas introduzidas pelos melhores treinadores do Mundo, fica difícil não ver o Barcelona de Guardiola e a forma como se movimenta em campo como uma nova esperança para o futebol contemporâneo.Se é indiscutível que uma mão cheia de jogadores como Xavi, Iniesta, Henry, Messi e Eto'o torna tudo bem mais fácil, também não deixa de ser verdade que a forma como o antigo capitão moldou um modelo para lhe dar expressão ofensiva pode e deve ser muito valorizada. Um carrossel de trocas posicionais frequentes, aliadas a sucessivas tabelas e à invenção de espaços para jogar, com o apoio fundamental dos laterais Daniel Alves e Abidal e uma rotina que faz a equipa jogar e marcar quase de olhos fechados, tem maravilhado a Europa e destronado qualquer defesa que lhe apareça pela frente.Olho para esta equipa como um case-study e um exemplo a seguir. Paralelos, em todos os principais campeonatos europeus, encontro apenas com duas equipas, curiosamente ambas atingiram as fases mais adiantadas da Champions: Manchester United e Chelsea, as únicas que vejo aproximarem-se do Barça na forma de atacar. O United, com a sua velocidade nas transições e com a forma como rapidamente faz correr a bola do meio-campo para a frente, o Chelsea de Hiddink pelo domínio da posse de bola e pelas tabelas que desposicionam a organização defensiva adversária. Mesmo assim, quer uma quer outra, estão muito longe do espectáculo que é o Barça de Guardiola a jogar e a conservar a bola em seu poder, quer pela ocupação dos espaços, quer na fluidez de jogo...Será esta uma nova esperança para o futebol? Talentos como os de Ronaldinho, Messi e Ronaldo são cada vez mais raros ou a nova forma de defender das equipas é que eclipsa os grandes tecnicistas? Será por isso que são todos adaptados às alas? Já não nos lembrávamos de uma equipa que goleasse tantas vezes em tão pouco tempo, já não nos recordamos bem daqueles tempos em que os grandes passavam a vida a golear os mais pequenos. Hoje, isso não acontece porque o futebol evoluiu. Mas será que o Barça vem provar que, afinal, ainda há esperança para o espectáculo no futebol?

PS: o meu palpite estava certo 5 - 0.
A Maria perdeu a aposta, o Barça ganhou.

Uh................



Chovem amarelos à medida que o Real tenta travar o Barça, não à praticamente nenhum jogador que não tenha um amarelo, daqui a pouco começam a jogar sem ninguém. O jogo já acabou há muito, falta só saber o tamanho da humilhação do Real Madrid... O Real Madrid está completamente perdido em campo...

1º parte Barcelona vs Real Madrid

1º parte entre o Barcelona e o Real Madrid: o Barça entrou melhor e conquistou uma boa vantagem de dois golos, assinados por Xavi e Pedro, a resultarem da sua boa circulação de bola que abriu brechas na defesa merengue. Cristiano Ronaldo contou com uma boa oportunidade, na marcação de um livre, mas Di María também já tinha colocado Casillas à prova. De qualquer forma, sinal mais para o Barça.

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O Barça é uma excelente equipa....

O Ronaldo estava feito convencido a dizer que queria ver se o Barça marcava 8 ao Real..... 8 não digo, 5 talvez o que é certo é que já vão 2... Embora tenha admiração por Mourinho e pelo Ronaldo, gosto do Barça porque é como se fosse o homologo do Porto em Espanha, o Real é o clube do Rei (regime).

domingo, 28 de novembro de 2010

Maior Goleada de Sempre

Amadores, mas nem tanto: equipa inglesa perde por 55-0
Em Inglaterra, Madron já sofreu 205 golos em 10 jogos e não é últimoPor Redacção com JTF
Não é todos os dias que, num jogo de futebol, uma equipa consegue atingir um resultado de dois dígitos. Ora, na Mining Division, campeonato amador inglês, organizado pela Federação britânica, um jogo não só atingiu os dois dígitos como passou a meia centena de golos. A equipa de reservas do Logan RBL venceu o Madron por 55-0. Imaginam o resultado se fosse a equipa principal?


À partida já se previa um jogo difícil para o Madron, pois teria uma deslocação ao terreno do líder da prova e tudo ficou pior quando, na manhã do encontro, seis jogadores resolveram desistir e não comparecer. O Madron foi obrigado a entrar em campo com sete jogadores, o mínimo exigido por lei, pois não havia mais ninguém para jogar.

Aproveitando as incríveis fragilidades do rival, o Logan RBL foi construindo um resultado histórico, marcando, em média, um golo a cada dois minutos. Pararam nos 55-0.

O Madron, em dez jornadas, marcou apenas 2 golos e sofreu...205. E, para finalizar, um detalhe: não é último! O Storm perdeu pontos na secretaria e tem -3, contra os 0 do Madron.



Ao ver isto tive curiosidade e pesquisei sobre a maior goleada de sempre.


A maior goleada de sempre num jogo oficial de futebol foi de 149-0 isso mesmo 149-0. Foi num jogo da 1ª divisao do campeonato de madagascar , a 31 de outubro de 2002, que colocava frente a frente o AS Adema e o Stade Olympique L'Emyrne(SOE).
Mais o mais espectacular e que todos os golos foram marcados na propria baliza! Em protesto contra o arbitro da partida que se irritou com o treinador do SOE e em solidariedade os jogadores começaram a marcar golos na propria baliza. Alguns jogadores foram suspensos para alem de terem de pagar umas multas...

Trabalho de Inglês


Infelizmente o filme não chegou a tempo e tive de fazer acerca da Ultima Legião.

João Moutinho

O 'efeito' João Moutinho
Está longe de ser caso virgem mas promete incendiar os ânimos em Alvalade. O regresso de João Moutinho a casa do Sporting, agora com a camisola do FC Porto, foi um murro no estômago de muitos adeptos leoninos e um petisco para a barriga dos portistas.


A saída de Moutinho desencadeou ondas de ódio em Alvalade, embrulhadas em críticas contundentes à conduta do jogador. Bettencourt disse mesmo que Moutinho era uma maçã podre.
Mas os sportinguistas já estavam escaldados por um episódio em 1984. Paulo Futre, o menino-bonito dos leões naquela época, mudou-se para o FC Porto (rescindiu alegando falta de condições psicológicas), e levou mesmo a um corte de relações da Direcção presidida por João Rocha com Pinto da Costa. Foi uma retaliação às contratações pelo Sporting de Jaime Pacheco e Sousa, que voltaram ao FC Porto para ser campeões europeus em 1987 ao lado de Futre, na célebre final de Viena e do golo de calcanhar de Madjer, frente ao Bayern de Munique.
Desta vez, não houve corte de relações por causa de Moutinho. Mas a mudança do ex-capitão ainda hoje é difícil de digerir em muitos sectores de Alvalade. Mesmo descontando os 11 milhões de euros que o internacional português rendeu ao Sporting. Futre não deu um tostão.
Simão Sabrosa é outro bom exemplo de rancor leonino. Depois de se transferir do Sporting para o Barcelona, voltou a Portugal e para o rival Benfica. Ao referir que queria ganhar ao Sporting para deixar os leões fora do título em 2002, cresceu o sentimento de antipatia pelo agora jogador do Atlético de Madrid. Sempre que Simão joga em Alvalade é assobiado, mesmo com a camisola da Selecção, além de ouvir cânticos insultuosos.
António Sousa, jogador que saiu do FC Porto para o Sporting e depois voltou aos dragões, perspectivou, em declarações ao Correio Sport, o que Moutinho vai encontrar em Alvalade. "Ele vai passar um mau bocado, sobretudo no aquecimento e primeiras vezes em que tocar na bola. Os adeptos não costumam perdoar e vêem estas transferências como traições, mas o João é psicologicamente forte, tem bagagem. Se aos 19 anos já se dizia que tinha grande maturidade, agora, com 24, estará mais imune a essas pressões do exterior. A concentração que o clássico exige vai fazê-lo abstrair de tudo o resto", prevê.
MUDANÇAS - CHOQUE
JAIME PACHECO
Jaime Pacheco alegou ordenados em atraso para sair do FCPorto para o Sporting. Esteve dois anos em Alvalade e regressou ao Porto
SOUSA
António Sousa seguiu com Pacheco e sentiu na pele a repulsa dos adeptos portistas quando jogou nas Antas pelos leões
FUTRE
Paulo Futre alegou falta de condições psicológicas, rescindiu e transferiu-se do Sporting para o FC Porto. Um duríssimo golpe em Alvalade



Bettencourt: tarde falaste
A propósito de João Moutinho Por Luís Sobral

Ponto prévio: as palavras de José Eduardo Bettencourt sobre João Moutinho são, mais do que sinceras ou louváveis, necessárias.

Depois do que foi dito sobre o médio, o regresso de João Moutinho a Alvalade é um dos momentos de alto risco da temporada. Logo, tudo o que seja feito no sentido de retirar pressão é bem-vindo.

No entanto, estas palavras do presidente do Sporting são, antes de mais, a confissão pública de um erro grave. A forma como, no momento da saída, Bettencourt atacou João Moutinho foi inaceitável. Um presidente não pode dirigir-se daquela forma a um jogador com o histórico leonino do internacional português.

Bettencourt esteve mal e o que diz hoje não retirará da história as frases do Verão. Como se está a verificar, ainda por cima não tinha razão. João Moutinho tem feito uma época notável no F.C. Porto e na selecção; o Sporting está como se vê. Ou seja, obviamente o que saiu não foi uma maçã podre mas sim um excelente profissional e um dos melhores futebolistas da sua geração.

P.S.: Não sei se já o fez, não há notícia disso: o que ficava bem a Bettencourt era pegar no telefone e pedir desculpa a João Moutinho pelo que afirmou publicamente.

Chegada do SL Benfica a Lisboa depois da derrota frente ao Hapoel

O mais espectacular é que foram os seus próprios adeptos!!!

video

Até criaram um poesia:
Porque o Benfica é merda...
No mar, no céu e na terra!
No mundo inteiro...
No benfica não existe um só Paneleiro
São todos com as graças do senhor
Levam no cu
Com carinho e Amor
Jesus não te salvará a pele
Enquanto se lembrarem do Hapoel!
«BG»

Benfica - Hapoel


Champions: Hapoel-Benfica, 3-0 (crónica)
Inaceitável pesadelo na Terra Santa
Por Redacção com PJC

Imemorial, impensável, nunca antes visto. Não, não há ponta de exagero neste início de crónica. Jamais alguma equipa na Liga dos Campeões dominou tanto, teve tantos remates (24 contra 10), tamanha avalanche de cantos (21 contra 2) e... perdeu por 3-0. Aconteceu ao Benfica na visita à Terra Santa de Israel. Podíamos mesmo afirmar, com alguma segurança, que esta foi a segunda crucificação de Jesus neste território. Mas é mais sensato olhar para isto apenas como uma hipérbole.

Não há memória de coisa assim, insistimos. O Benfica foi derrotado por uma das equipas mais débeis que alguma vez teve o privilégio de participar na mais elitista competição europeia de clubes. E agora? Que explicações encontrar para tamanha decepção? É difícil descrever com rigor o que se passou no Estádio Bloomfield, de facto.

Bem distante vai aquele dia em que Jorge Jesus disse ser perfeitamente possível vencer em Lyon. Se nem em Telavive isso consegue... não há muito mais a fazer do que preparar com brio a despedida a esta bela prova. O Benfica não marcou em nenhum dos três jogos fora da Luz.

Depois de terem pedido desculpa aos adeptos no Estádio do Dragão, os jogadores e demais responsáveis bem podem repetir a dose. Esta derrota é INACEITÁVEL e o Benfica nem o terceiro lugar tem assegurado.

Três momentos ridículos para a Europa ver

Não adianta falar em justiça ou injustiça. Vamos aos factos. O Benfica mostrou muita mais qualidade, teve oportunidades de golo mais do que suficientes para marcar e sofreu dois golos em desconcentrações inaceitáveis na sequência de lances de bola parada. Sim, esta é a mesma equipa que no ano transacto se mostrava demolidora nesse capítulo de jogo. Agora, treme por todos os lados a defender e mostra-se patética no ataque.

FICHA DE JOGO

Luisão teve o golo na cabeça e viu um defesa salvar em cima da linha; Kardec só podia finalizar bem um centro perfeito de Maxi Pereira e atirou ao lado; Carlos Martins obrigou Enyeama à defesa da noite, etc., etc. Se não fosse tão sério, até se podia dizer que os jogadores do Benfica conseguiram várias vezes fazer o impossível: não marcar um golo que fosse a este Hapoel, tão tenrinho, tão tenrinho, que chegou a meter dó.

E depois, dó meteu também o Benfica nos golos sofridos. Primeiro num livre, à passagem do minuto 24, com Zahavi a saltar à sua vontade nas costas de Luisão e David Luiz, dois gigantes de altura e desconcentração; depois, aos 75 minutos, no primeiro canto que usufruiu (o Benfica já ia com mais de 20 aqui), o Hapoel fez o segundo e, para finalizar, um contra-ataque perfeito desferiu o golpe de ridicularia no orgulho encarnado.

Saviola sai ao intervalo. Porquê?

Falar em opções tácticas não faz grande sentido, pois o Benfica teria sempre a obrigação de ganhar este jogo. No entanto, a saída de Javier Saviola ao intervalo merece um sublinhado especial. Se não houve qualquer problema físico, torna-se incompreensível a substituição do argentino que, recorde-se, já ficara no banco no Dragão.

Óscar Cardozo entrou para esse lugar, precisamente, mas mostrou o que seria de esperar após dois meses de ausência: falta de ritmo, falta de agressividade, falta de audácia, falta de confiança. Apenas mais um pormenor no horror do Benfica nesta que seria, segundo Jesus, a sua finalíssima.

Tudo demasiado mau, tudo em tons de pesadelo.

Afinal, o que sobra do campeão nacional 2009/10?


Benfica: o dia em que Jesus teve razão. Ou nem por isso
Adeus à Liga dos Campeões
Por Luís Sobral

Dizia Jorge Jesus depois de vencer o Hapoel na Luz, uma coisa deste género: atenção, esta equipa é boa, ainda vai ter importância nas contas do grupo.

Provou-se que tinha razão. Ou nem por isso.

Tinha razão porque ao vencer pela primeira vez na Liga dos Campeões, o Hapoel Telavive selou o adeus do Benfica à Liga dos Campeões e apurou Schalke e Lyon. Não tinha razão nenhuma quando dizia que os israelistas formam uma boa equipa. Longe disso, pelo menos pelos padrões da mais importante competição de clubes europeus.

Então que se passou com o Benfica?

Provavelmente muita coisa, a maior parte dela só compreensível para quem está lá dentro, dirigentes, treinadores e jogadores.

O que se viu foi isto: baixa intensidade, insensibilidade aos sinais do adversários, escassa confiança e, talvez mais importante, ausência de vontade de vencer.

De resto, este tem sido o traço mais característico do Benfica em 2010/11: parece cansado de ganhar, sem a garra da época passada.

Sejamos claro: o que decidiu não foi a qualidade dos jogadores, a organização, o valor como equipa, a sorte ou o azar. O que decidiu, em Israel, foi a vontade de ganhar. O Hapoel teve-a, o Benfica nem por isso.

O resto, o que explica este estado de alma, saberemos um dia mais tarde. Quando se tornar inevitável alterar alguma coisa.

Para já, Portugal ficou a saber que na segunda metade da temporada dificilmente terá equipas entre a elite europeia e provavelmente estará muito bem representado na Liga Europa. Bom para o ranking, péssimo para o orgulho benfiquista.

Sporting


Desculpem lá se estou a ser malcriada mas o cabrao do arbitro fez tudo para as lagartixas ganharem e nem assim esses merdas conseguiram! Devem estar à procura de festa os sportinguistas ;) Devem estar com a mania que são Maniches a entrar por trás. Maicon expulso porque o Liedson prefere a nataçao (mergulhos) ao futebol. Golos em fora de jogo com superioridade de membros (2 pés e 2 mãos) e ainda dizem que deram "show de bola". Será que 13 pontos chegam ou ainda querem ladrar mais nos 6 meses que faltam?

Que grande 31


DRAGÕES AUMENTAM A SÉRIE DE JOGOS SEM PERDER
Autor: ANDRÉ VIANA

Villas-Boas dá as mãos a Jesualdo Ferreira e lá vão eles atrás do recorde de José Mourinho. Isto é que vai aqui um 31, com o FC Porto invicto há outros tantos jogos e a morder os calcanhares ao Special One, que em 2003/04 esteve sem perder durante 34 encontros (28 vitórias, 6 empates). Se não tropeçar até final do ano, este dragão versão 2010 vai fazer história.

O 4.º golo de Falcão ao Sporting permitiu o prolongamento da sequência invencível (desde o desaire na final da Taça da Liga) e significa também o 31.º desafio consecutivo sempre a marcar, sendo que neste particular a marca de Mourinho na já referida temporada é ainda mais longa e redonda: 40! Com Jesualdo a fechar o seu ciclo na Invicta com 10 triunfos de enfiada, eis que a façanha de Villas-Boas catapulta os dragões para um número eloquente e que explica o arranque de época fulgurante e que já vale uma vantagem destacada na Liga.

Leão falha tri

Ontem, em Alvalade, uma história foi escrita em detrimento de outra. É que o Sporting podia ganhar o seu terceiro clássico consecutivo com o FC Porto, algo que não consegue desde meados da década de 1970. Depois da goleada para a Taça da Liga em 2008/09 (4-1) e da vitória robusta da época transata (3-0 para a Liga), os leões foram incapazes de assinar um novo triunfo, adiando assim a repetição da marca que já tem mais de 30 anos. Um espelho das dificuldades que o Sporting tem sentido para vincar uma vantagem consolidada sobre o rival da Invicta num longo período de tempo que inverteu a relação de forças entre ambos.

Aliás, nos últimos 11 confrontos para a Liga em Alvalade, há um empate categórico: quatro triunfos para cada lado e três empates. Até nesse particular o clássico de ontem foi inconclusivo, mas é para as contas do atual campeonato que os técnicos olham. E se a igualdade tem sabor amargo para Paulo Sérgio, que não encurta para o 1.º lugar e pode ver o 2.º fugir, também não agrada particularmente a Villas-Boas, que queria vincar ainda mais a supremacia portista nesta fuga ao sprint.

Mais informações na edição impressa de Record.

Sporting - Porto


Sporting-F.C. Porto, 1-1 (crónica)
Se o leão jogasse sempre assim...
Por Ricardo Gouveia

Sporting e F.C. Porto empataram (1-1), num jogo que ficou inevitavelmente marcado pelo regresso de João Moutinho a Alvalade. Um resultado certamente mais difícil de digerir para Paulo Sérgio depois de uma primeira parte quase perfeita dos leões. O dragão acordou a tempo de evitar o prejuízo maior e segue sem derrotas sob o reinado de Villas Boas.

Confira a FICHA DO JOGO e as notas dos jogadores

As duas equipas entraram em campo inibidas, com muitas cautelas, procurando ganhar posição em campo, deixando a bola para segundo plano, à procura dos pontos fracos do adversário. Um figurino idêntico para os dois conjuntos, que apostavam no passe curto e certinho, com forte preocupação em não perder a bola. Liedson, lançado por Postiga, assinou o primeiro remate, mas Falcao respondeu no minuto seguinte com a melhor oportunidade do F.C. Porto, valendo ao Sporting a saída de Patrício para anular um golo que parecia certo. Agora sim, parecia que o jogo ia começar.

O Sporting de facto foi-se soltando, conseguindo mais profundidade nos ataques, tirando claro benefício do excelente posicionamento dos seus jogadores. Pedro Mendes, Maniche, André Santos e Valdés eram só quatro, mas pareciam oito, desmultiplicando-se nas marcações ao adversário, nas compensações e na abertura de linhas de passe. O leão foi crescendo, assim, de forma sustentada, na mesma medida em que o dragão foi minguando, sem saber o que fazer à bola. A inibição de Moutinho, alvo de forte marcação das bancadas, com constantes assobios, ainda era compreensível. Mas Varela, Hulk e Falcao foram sombras deles próprios ao longo de toda a primeira parte.

Sem correr muitos riscos, o Sporting foi conquistando metro após metro até ter a baliza de Helton à distância de um remate. Postiga foi o primeiro a experimentar, André Santos também tentou e Pedro Mendes acertou em cheio na barra. Apesar de todos estes avisos, o F.C. Porto continuou impávido, a arrastar-se me campo e a obrigar Patrício a improvisar um aquecimento na sua área para não arrefecer. E foi dos pés do guarda-redes que nasceu o golo do Sporting. Um longo pontapé e uma má abordagem de Maicon ao lance a deixar Valdés destacado diante de Helton. O chileno partiu de posição irregular, mas Jorge Sousa não deu por isso e Valdés atirou a contar. Um golo irregular que dava forma ao maior domínio do Sporting e castigava a displicência com que a equipa de Villas Boas encarou o jogo.

As bancadas continuavam concentradas em não dar um minuto de descanso a Moutinho e não gostaram quando Liedson deitou uma bola para fora para que o antigo companheiro pudesse ser assistido. Um gesto que retratava bem a tranquilidade que o Sporting derramava em campo. O F.C. Porto estava obrigado a mudar de atitude depois do intervalo. E de facto mudou. A começar pela velocidade que imprimiu no arranque da segunda parte, conseguindo, finalmente, abeirar-se da baliza de Patrício. Hulk apareceu finalmente no jogo, primeiro com um remate em arco, depois com uma assistência para Falcao que obrigou Patrício a também a entrar em jogo. À terceira, o empate. Combinação de Hulk com Moutinho e cruzamento do brasileiro para Falcao concluir. Fácil.

Agora era o F.C. Porto que crescia a olhos vistos, com o Sporting a perder o controlo que tão bem tinha exercido na primeira parte. Paulo Sérgio lançou Yannick e Vukcevic, mas pelo meio, o quadro sofreu uma alteração profunda. Liedson ganhou uma bola a Maicon e caiu quando passou pelo central. Cartão vermelho a proporcionar novo equilíbrio de forças. Villas Boas, que já tinha prescindindo de Varela, teve também de abdicar de Falcao para compor a defesa com Otamendi.

O jogo acabou aqui. O Sporting ainda procurou a vitória, mas o F.C. Porto segurou a invencibilidade com unhas e dentes.



Villas Boas: «Foi pura caça ao homem em relação a Moutinho»
Sporting-F.C. Porto, 1-1 (reportagem)Por Ricardo Gouveia
André Villas Boas, treinador do F.C. Porto, depois do empate com o Sporting (1-1), no Estádio de Alvalade, em jogo d 12ª jornada da liga:

[Um jogo com muitos casos, a expulsão de Maicon foi decisiva?]
- A expulsão do Maicon acontece no nosso melhor período, depois tivemos de nos readaptar ao jogo e os nossos objectivos passaram a ser outros. Parece-me claro que há lances a analisar. Deixo ao vosso critério as vossas análises, depois vou ler. Quanto à minha expulsão, parece-me um pouco injusta. Disse apenas que achava escandalosa e gritante a dualidade de critérios que estava ter. O Sporting apresentou-se de forma agressiva, no sentido positivo, mas quando passa dessa agressividade para a caça ao homem, o árbitro tem de intervir. Foi uma perseguição a Moutinho, pura caça ao homem. Agressões atrás de agressões, pisadelas e empurrões. Não digo vermelhos, mas ficaram amarelos por mostrar. Sem tirar mérito à forma como Sporting se apresentou na primeira parte. Uma boa primeira parte do Sporting, uma boa segunda parte do F.C. Porto até à expulsão do Maicon.

[Esperava este ambiente em redor de Moutinho?]
- Nunca espero que passe a este tipo de agressões. Obviamente que há lances que são mais agressivos do que outros. Acredito que há mais amarelos por mostrar ao Sporting. Não estou a fazer disto um caso do jogo, foi um jogo emocionante. Foram duas partes distintas. O Sporting melhor na primeira parte, nós melhor na segunda. Podíamos ter chegado ao golo, o Sporting pareceu-me cansado e débil, podíamos ter conseguido a reviravolta.

[O golo do Sporting foi irregular?]
- Parece-me claro. Foi um golo irregular.

[É um bom resultado para o F.C. Porto?]
- Tendo em conta as adversidades, o resultado é bom. Tendo em conta que era uma deslocação complicada, em casa de um candidato ao título. Era um jogo que podia fazer renascer o Sporting. É um empate pesado para os Sporting. Com estas adversidades, o empate acaba por ser positivo para o Porto.

[Esperava este Sporting?]
- O Sporting apresentou-se muito bem na primeira parte, com agressividade na redução dos espaços. Faltou-nos definir melhor os lances, acabámos por conseguir poucos remates. A forma como o Sporting saia em transição, é de louvar. Mas foram duas partes distintas. Estivemos melhor na segunda parte até à expulsão.

«Um dia chocaremos com a derrota»

[O facto do F.C. Porto continuar invencível, continua a ser um tónico para os adversários?]
- Acredito que sim. É um bom tónico motivacional. Não sei onde foram buscar a ideia que um dos nossos objectivos é terminar o campeonato sem derrotas. Um dia chocaremos com a derrota. Só as equipas que roçam a perfeição acabam um campeonato sem derrotas.

[É a segunda falha de Maicon, já tinha sido expulso na Turquia]
- Penso que não, a falta não é assim tão clara. O Liedson é um jogador experiente, sabe utilizar o mínimo contacto para cair. Tenho de acreditar no meu jogador. O Maicon diz que não lhe tocou. Ele não viu a pressão chegar, são lances que podem acontecer.

[Este empate pode relançar o campeonato se o Benfica vencer amanhã?]
- Para mim o campeonato esteve sempre relançado. Vocês é que ditaram com a distância de dez pontos o fim o campeonato, o que me parece caricato. O campeonato está sempre em aberto e o Benfica pode reduzir diferença. Agora é bom dizer que viemos a casa de um candidato ao título e deixámos o candidato a treze pontos à 12ª jornada.

[O que mudou na segunda parte?]
-Um apelo à revolta. A única forma de responder a agressividade do Sporting era ser igualmente forte. Houve um factor decisivo que foi a mudança de posição de Bellushi para trás do Pedro Mendes. Obrigou Polga à construção de jogo.

[O que achou da exibição de Moutinho?]
- Não costumo fazer apreciações individuais. Foi uma exibição do colectivo forte. É um jogador que regressa a uma casa que foi sua, mas que ajudou o F.C. Porto a atingir os seus objectivos.



As coisas más do clássico
Ainda foram algumas, em Alvalade
Por Luís Sobral
Os aspectos negativos do clássico entre Sporting e F.C. Porto.

Poucas oportunidades de golo.

As maçãs de Moutinho que foram parar a Helton.

A agressão vergonhosa de Maniche a João Moutinho.

A falha de Maicon no golo do Sporting.

A falha de Maicon que permitiu a simulação de Liedson e custou o vermelho ao central portista.

Vukcevic e a necessidade de lhe oferecerem uma bola só para ele no Natal.

O eclipse de Hulk.

Os remates ao lado de Postiga.

A troca de Varela por Guarin, logo quando o F.C. Porto estava a jogar bem.

As más opções de Paulo Sérgio na segunda parte, retirando rotina à equipa e enchendo-a de avançados, perdendo assim a boa qualidade de construção.

O público. Foi a melhor casa da época em Alvalade. Está bem, mas eu ainda sou do tempo em que os estádios esgotavam em dia de clássico.

Jorge de Sousa, que deixou passar um fora-de-jogo de Valdés, foi enganado por Liedson e não viu a agressão de Maniche.

Por fim, a expulsão de André Villas-Boas. Seria mau se fosse a primeira vez. Assim começa a ser ridículo. Sempre que não ganha, o treinador do F.C. Porto é expulso. Apesar da tenra idade, é legítimo esperar um pouco mais de maturidade no banco. Já passaram uns meses, é tempo de Villas-Boas deixar o adepto em casa e levar para o banco apenas o treinador.

A minha opinião:

Não sei se o árbitro se encontra com problemas de visão, ou neste momento com um dinheirinho extra na conta bancária. Sim, porque na verdade, o árbitro alegou não ter visto aos 61 minutos João Montinho a ser agredido por Maniche,e Ficar caído no relvado, os 70, o livre de Vukcevic, a bola sair forte em direcção à cara de Moutinho. Mais uma vez, queda. Não assinalou o golo em fora de jogo de Valdés, jogador do Sporting (sim foi fora de jogo, os vídeos e as imagens comprovam, além de toda a gente concordar)porque não reparou. Reparou pois na falta feita por Maicon, uma falta comum que deu direito a vermelho, fechando os olhos a faltas bem piores do lado sportinguista que ficaram por assinalar.
É injusto, por tudo o que os dragões fizeram ao longo da prova. Ao mesmo tempo permitiu sair desta noite com o sentido de dever cumprido. video

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Olé! Olé!

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Portugal-Espanha, 4-0 (crónica)
Ronaldo destapou o vulcão e a Selecção virou a páginaPor Nuno Madureira
Na fronteira do irreal! Ao golear o campeão do Mundo em título, e assinar a exibição mais festiva de há anos a esta parte, a selecção portuguesa deu um passo decidido para sair do abismo de insegurança em que andava mergulhada.

Os 4-0 à Espanha torpedeiam a cumplicidade ibérica, prometida a pretexto do Mundial-2018, mas são mais importantes do que isso. Uma genialidade de Ronaldo na primeira parte foi a fagulha que incendiou o jogo, virando definitivamente a página sobre os tempos em que esta equipa não era capaz de ganhar a Chipre.

Com menos gente nas bancadas do que a ocasião pedia, cedo se percebeu que não haveria novidade com as três alterações efectuadas por Paulo Bento: Bosingwa não estranhou a passagem para a esquerda, Bruno Alves reactivou a cumplicidade com Ricardo Carvalho e Postiga integrou-se desde o primeiro minuto nas movimentações de ataque.

O jogo encontrou cedo o tom ideal. O lado festivo era ilustrado por pormenores técnicos de primeira água, de um lado e de outro e a competitividade ficava sublinhada pelas amabilidades trocadas por Ronaldo e Busquets, amarelados em lances sucessivos antes dos 10 minutos, no que pareceu uma antestreia do próximo Barcelona-Real.

Ronaldo passou os 20 minutos seguintes em dificuldade, esbarrando por sistema numa dupla parede. O protagonismo no lado português passava para Moutinho (colossal!) e Meireles, que brilhavam a grande altura na pressão e nas intermitências que causavam ao tiki-taka espanhol.

Avisos de Iniesta e, principalmente, David Silva, que cabeceou para fora com Eduardo batido, ilustraram essa fase em que a Espanha pareceu mais confortável no jogo. Sem que, em algum momento, Portugal pagasse tributo de medo ao campeão do Mundo.

Monumento estropiado

O segundo acto chegou com um monumento estropiado: aos 37 minutos, pela primeira vez com espaço, Ronaldo explodiu para um dos melhores golos da carreira, antecedendo um chapéu insolente a Casillas com um nó cego sobre Piqué. A sofreguidão de Nani e a má avaliação do auxiliar, não detectando que a bola já estava dentro no momento do seu toque, invalidaram a acção. E privaram a candidatura ibérica ao Mundial 2018 do melhor cartaz de propaganda que o Mundo poderia ver.

Apesar do desfecho inglório, esse lance destapou o génio de Ronaldo. Num ápice, o jogo pegou fogo para os espanhóis, e Carlos Martins viu Piqué negar-lhe um golo no lance seguinte, antes de, sobre o intervalo, abrir o marcador após mais uma ruptura explosiva de Ronaldo na esquerda, com Busquets como vítima.

Poderia pensar-se que as substituições ao intervalo iam voltar a nivelar o jogo, até porque Ronaldo já não estava em campo. Mas o impensável aconteceu: enquanto Portugal ganhava asas, sempre com Moutinho e Meireles com motores de arranque, o rendilhado espanhol perdia sentido e motivação.

Com mais espaços do que parecia possível, a selecção portuguesa começou a recrear-se, cozinhando cedo um segundo golo brilhante, com Nani e Moutinho a prepararem o calcanhar festivo de Postiga (2-0 49 minutos).

O deslumbramento estava a um passo, e Nani demonstrava-o, com nova infantilidade perante Casillas. Mas entre olés perfeitamente desnecessários, Portugal prosseguia a demolição estrondosa de um campeão mundial à deriva, imitando o que a Argentina já fizera.

Postiga sublinhou o renascimento com o seu segundo golo da noite (68 m), e o jogo entrou no último acto, o menos intenso dos três, encerrado com a última estocada, de Hugo Almeida. Para a História, ficou o registo de maior vitória de sempre sobre a Espanha, e também o melhor resultado frente a um campeão do Mundo em título.

Fica também o reforço da convicção que, depois de um longo eclipse a lutar contra inseguranças e temores, a Selecção volta a poder olhar sem medos para adversários de primeira linha, tentando impor-lhes argumentos e identidade próprias. Mas essa é uma convicção que o futuro terá de confirmar em jogos a doer.

Porto vs Moreirense

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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Brincadeiras de Ontem e de Hoje?

Viajar no tempo nem sempre é encontrar o desconhecido.
Sabias que as crianças gregas também corriam com o arco, jogavam às escondidas, à macaca, ao ioió, à cabra - cega e tinham vários jogos em que utilizavam a bola?

PROCURA - SE MÉDICO!!!

Desde sempre que os homens procuraram na Natureza remédio para as suas doenças.
Os Lusitanos já utilizavam a erva-cidreira como calmante, o hipericão para as doenças digestivas, óleos vegetais para as queimaduras, folhas de malva para os ferimentos...
E tinham o por hábito colocar os doentes ao longo dos caminhos para poderem consultar quem pudesse ajudar na cura.

Quando o dia se fez noite!

Quando, em 1189, o sol desapareceu e, de repente, se fez noite, os homens e as mulheres correram aterrorizados a refugiar- se nas igrejas dizendo que a morte chegava e, levantando as mão para os céus, pediam a Deus que lhes valesse.
É que nesta altura não se conhecia a explicação dos eclipses...

Ah ah ah ah!

Falcao congratula-se com o 47º golo pelo FC Porto


Radamel Falcao saltou do banco para oferecer ao FC Porto a passagem aos oitavos-de-final da Taça de Portugal. Após o triunfo sobre o Moreirense, o colombiano congratulou-se por ter apontado o 47º golo pelos azuis e brancos desde que chegou ao clube.

«Gracias Dios por la victoria y por regalarme un gol mas.Buen triunfo de FC Porto en una plaza dificil,fiesta de los hinchas que llenaron hoy», escreveu Falcao, no Twitter. O ponta-de-lança agradeceu a Deus pela oferta de mais um golo, desta vez num estádio complicado como o de Moreira de Cónegos.

De resto, «El Tigre» escreveu que já leva 47 golos pelo FC Porto o que «supera a marca de 45 no River Plate», clube em que actuou de 2005 a 2009 como sénior.

Árvore de Natal

Este ano estamos a fazer árvores de Natal a partir de revistas.

No peito, a chama arde sempre com mais força


Por isso mesmo, vamos senti-la hoje novamente, vamos gritá-la e aplaudi-la com todo o nosso amor. Por todos os nossos dias de glória, por todas as vezes que se superam em talento, garra, querer, união - sempre.
Vamos senti-la mais uma vez, mais forte outra vez, por todos nós que seremos sempre um, por sermos sempre Porto.
Por este amor maior, « no peito, a chama arde sempre com mais força ». Sempre ♥

AMO-TE PORTO ♥

domingo, 21 de novembro de 2010

BD

Em Novembro, mudem a vossa imagem de perfil por uma imagem de banda desenhada, desenhos animados, ou bonecos da vossa infância e convidem os vossos amigos a fazer o mesmo. O objectivo do jogo? Não ver nenhuma cara no "facebook" mas uma verdadeira invasão de lembranças de infância. Embora lá:)

Visita número 50.

Amor

O amor não veio no sapatinho, o amor é pedra no sapato.

Facebook : "Quem seria capaz de esfaquear - te?"

Resultados:

Pedro Aleixo: "Pedro vai chegar ao teu lado e, em ves de te esfaquear, vai te beijar."
Rui Aleixo: "Rui ia esfaquear-te mas,nao tendo coragem,vai apenas envenenar-te a comida."
Joana Mamede: "Joana vai te esfaquear e depois fugir com o(a) teu/tua namorado(a) para a Angola."
Ana Cristina: "Nunca na vida lhe passaria tal ideia pela cabeça."
Zé Luís: "Zé vai te influenciar a esfaqueares-te para nao ser incriminado."
Carlos Ramalho: "Carlos vai esfaquear-te friamente para se vingar daquela noite."

Comentário

Olá Ana.

Já vi o teu blog. Metes-te imagens de Lua Vermelha, Sunny entre
Estrelas,jogadores de basquet...
Então não digo nada sobre o vídeo do Pedro e da Inês.
Gostas-te?


Sim goste, achei muito engraçado.

Hoje mandaram - me outro comentário para o mail: ana1974@live.com.pt

sábado, 20 de novembro de 2010

Este foi um comentário que me mandara para o meu mail (ana1974@live.com.pt)

Gostei do blog, quando não souber algum teste vou lá ver.
Tambem podias pôr os trabalhos de casa de todas as semanas ou dias.
E davas o blog a toda a gente.
O endereço é que engana pois o blog não tem nada a ver com uma maria mole.

Olha ontem fui ver melhor o blog dos famosos e gostei mas vou dar-te uma opinião: já que nós fizemos o trabalho do basquetebol também podias fazer um blog ou acrescentar ao dos famosos os basquetebolistas mais famosos do dia-a dia. Não achas? Famosos como o Mike Jordan , a Ticha Penicheiro e também o Shaquille O`Neal, aproveita e faz.

Maria Teresa

Pedro e Inês (MCA8)

Não sei se já viram, que já viu com certeza que achou super cómico!!! :-D
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Ficha de Leitura das Obras (LP/NOV)

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Planos

Fazer trabalhos e estudar para testes


Trabalhos de pesquisa

16/NOV - Trabalho de Moral
17/NOV - Relatório de Fisico - Química
18-19/NOV - Trabalho de Ciências
27-28/NOV - Trabalho de Inglês
01-02/DEZ - Trabalho de História


Estudar para os testes

18/NOV - CN
22/NOV - EV
24/NOV - GEO
25/NOV - CFQ
29/NOV - ING
02/DEZ - LP
06/DEZ - HIS
08/DEZ - MAT
13/DEZ - CN
14/DEZ - LE2 (Espanhol)

Estou tramada com o de Inglês!!!

Trabalho de Inglês

Para inglês talvez faça a apresentação do filme "Rapariga com Brinco de Pérola". Achei o livro interessante e se o filme chegar até ao fim do mês (encomendei pela wook), faço sobre ele.

Raiz Quadrada e Raiz Cúbica

O que são a raiz quadrada e raiz cúbica? :-(
Não compreendo patavina.

Um Dia A Maioria De Nos Vai Separar-se

Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...


Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!
Vinícius de Moraes


Dedico esta postagem a todos os meus amigos que fui deixando para trás ao longo dos anos, aqueles que se foram embora para outra terra, e aqueles com quem ainda estou:
- à Joana pelas aulas de Matemática, pelas babuseiras que dissemos, pelas horas passadas a contar cada segundo...
- à Vanessa pelas de Fisíca, pelas bolas que levei na cara, pelas defesas, pelos golos...
- à Maria por todos os segredos, pelas gargalhadas, pelas asneiras, pelas tardes bem passadas...
- à Madalena, pelas musicas, jogos e "rendições"...
- ao João Aleixo, pelos pontapés, pelas piadas...
- ao Rui pelas aulas de EV, pelos favores e desfavores, pelos risos e choros, pela preocupação, pela experiência «Apollo 40
- ao Pedro pela atenção, pelas duvidas esclarecidas, pelos arrependimentos...
- aos "boys and girls" do clube de rádio, pelas musicas nos intervalos, pelas ajudas no TPC...
- e todos os outros que ao longo do tempo entraram na minha vida...

Pergunta idiota ... resposta genial

Isto ouvi lá na escola, foi um comentário de um professor a um disparate de uma colega minha, a Joana.

"A lei da gravidade não pode ser responsabilizada pelo facto de uma pessoa cair de amores por outra."
Albert Einstein

Deitar cedo e cedo erguer dá saude e faz crescer

Mal consigo dormir com os trabalhos, são uns atrás dos outros, chego a deixar-me dormir à uma e duas da manhã e acordo às sete, não como de jeito nem a horas certas. Continuando assim ainda tenho um esgotamento!!!

Cimeira da NATO

A cimeira da NATO arrancou em Lisboa. Vários líderes políticos dos países que integram a Aliança Atlântica rumaram à capital portuguesa, para participar no encontro que pretende redefinir a estratégia da organização nos próximos anos.

As relações tensas com a Rússia são um dos assuntos em cima da mesa. A questão central, a retirada gradual das tropas estacionadas no Afeganistão e a passagem da gestão militar para Cabul em 2014, promete dominar a agenda dos trabalhos.

Palco dos encontros, o Parque das Nações assim como toda a cidade de Lisboa estão vigiados por um forte dispositivo de segurança.

Medidas tomadas uma vez que em paralelo decorre um outro encontro, a Cimeira Estados Unidos-União Europeia, que se realiza anualmente.

O enviado especial da Euronews, José Miguel Sardo, dá conta do ambiente que se vive no terreno: “Como previsto, o Afeganistão deverá dominar esta cimeira da NATO em Lisboa. O secretário-geral da defesa norte-americano já anunciou, na semana passada, que não se trata de uma estratégia de saída, mas de uma transição. Fica a questão de saber o que vai acontecer depois de 2014 no país”.

Copyright © 2010 euronews
http://pt.euronews.net/2010/11/19/guerra-no-afeganistao-em-destaque-na-cimeira-da-nato/

Com a cimeira veio também um presentinho no avião do Obama, o air force one, o melhor de todos os aviões construídos até hoje.


Aqui está o presente!!!

Olé!


Portugal derrotou a Espanha (campeã mundial)por 4 - 0, com uma arbitragem duvidosa que anulou um golo de Cristiano Ronaldo porque Nani lhe tocou, mas isso foi depois de ter passado a linha de baliza, vendo a repetição do chute confirma- se o golo, embora o árbitro não o tenha admitido. Paulo Bento ainda frisou que mesmo tendo perdido a selecção Espanhola continua a ser uma boa equipa e que mesmo sendo um jogo amigável e não tenha sido pontuado, foi uma grande vitória mural. E Nani disse, e passo a citar: Até um cego via que era golo. A Espanha não era assim humilhada há 68 anos.



Trabalho de LP: NOV/2010



Dica: Para a apresentação falem um pouco sobre o livro, um superresumo.
Em breve publicarei a ficha de leitura do livro.
PS: se fizerem o download do powerpoint podem ouvir o audio da apresentação e as animações.

Trabalhos e testes

Estou cheia de trabalhos e testes e mal tenho tempo para respirar, mas o FC Porto sempre em 1º lugar, só espero que nem todos sejam como eu. Vou agora postar o meu trabalho de LP. A apresentação oral é que foi pior, pois não tive tempo de preparar nada e fiquei um pouco embaraçada.
Beijocas para a minha turma, e para todos os meus amigos com quem não posso estar.

Agora em vídeo e DVD (edição coleccionador) ... XD

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Goleada! FC Porto - 5 0 - SL Benfica



Em 1999 já sabiam o resultado do FCP vs SLB de 2010!!!





...entretanto na floresta os animais falavam do FCP x SLB...






As previsões do polvo, que tal como no mundial não se enganou...

Força FC Porto! O clássico!










Embora esteja atolada em trabalhos, arranjo sempre tampo para ver os jogos dos meus lindos dragões, e como sempre não perco um!!!
Filipe Vieira na temporada 2009/2010 disse: Não temos nada a dizer dos árbitros e na época 2010/2011: A culpa é do árbitros.
Não me façam rir, por favor!!!



F.C. Porto - Benfica, 5-0 (crónica)
Em cinco actos se escreve o apocalipse de Jesus Por Pedro Jorge da Cunha

Este F.C. Porto não é criação de Coppola, mas adora o cheiro a napalm pela manhã. E ainda mais pela noitinha, principalmente se a vítima for o Benfica. Os dragões inspiram bem fundo o odor a destruição, à glória entranhada no oponente esmagado. Nunca o Apocalipse (Now) terá servido tão bem para desenhar o quadro actual dos homens da Luz: humilhados, enfraquecidos, agonizantes. A dez pontos do primeiro lugar da Liga.

O 5-0 reflecte na ajustada medida a diferença entre Porto e Benfica. Os primeiros latejam felicidade, qualidade, alegria, paixão. Os segundos vestem de vermelho, embora aparentem estar no velório do próprio féretro. Aliás, não se percebe muito bem se o Benfica morreu aos bocadinhos a cada golo do Porto, ou se já terá vindo morto de Lisboa. Pormenores.

O Clássico foi desequilibrado de princípio ao fim, tão desequilibrado que chegou a meter dó. Entre muitas culpas próprias e mérito admirável do adversário, o Benfica de Jesus começa a despedir-se do título ainda antes do Natal. Uma patologia que anos a fio atormentou os vizinhos da Segunda Circular. Mas esses não fazem parte deste filme.

FICHA DE JOGO

Há um leitmotiv, uma repetição a remoer o argumento do jogo. A cada arrancada de Hulk, a cada recepção e drible de Belluschi, a cada movimento viperino de Falcao, ecoa A Cavalgada das Valquírias. É essa a banda sonora do jogo, a ode da conquista do adversário, do avanço pleno em direcção ao contendor escondido, atemorizado. Em 1979 numa brilhante revisitação cinematográfica ao Vietname, agora num campo de futebol.

Mundos tão díspares e, ainda assim, tão aproximados em 90 minutos. No lugar de helicópteros a potência de Varela, ao invés das metralhadoras a mira teleguiada de Radamel Falcao e a potência incontrolável de Hulk.

Cinco golos, quatro rajadas a deceparem o rival. 12 minutos, Hulk troca as voltas a David Luiz e serve Varela; 25 minutos, Belluschi deixa David Luiz para trás e cruza para o calcanhar acrobata de Falcao; 29 minutos, Belluschi arranca, deixa Sidnei nas covas e assiste Falcao; 79 minutos, Hulk faz de penalty o quarto; 89, uma vez mais Hulk.

Erros e mais erros na abordagem de Jesus

Depois dos factos, a interpretação dos mesmos. Jorge Jesus meteu os pés pelas mãos, apostou em Sidnei no centro da defesa, derivou David Luiz para a esquerda e deixou Saviola no banco. O que quereria com isto o treinador? Complicar, por certo, adensar as dúvidas em relação ao que ainda pode fazer pelo Benfica e no Benfica.

Foi mau, foi péssimo, foi uma vergonha a imagem deixada pelos campeões nacionais. Caíram a pique, reagiram com a inércia de um sonâmbulo e a delicadeza de um zombie. Foram uma caricatura ridícula daquilo que é uma equipa de futebol e viram o capitão a ser o primeiro a abandonar o barco. Sim, Luisão foi expulso por tentativa de agressão a 20 minutos do fim.

Estamos em Novembro, quarto mês de competição. Serão as saídas de Ramires e Di María ou a pré-época atípica as únicas responsáveis por tudo isto?

O bom futebol é sempre uma excelente opção

A 20 rondas do fim é insensato endereçar as faixas de campeão ao F.C. Porto. Mas insensato também é não dizer que só uma hecatombe vai impedir que tal aconteça. André Villas-Boas edificou uma equipa fortíssima, inteligente e que sabe muito bem o que quer de cada partida.

Todos jogam de olhos fechados e a pensar no golo. Avassaladores, decididos a resolver rapidamente, harmoniosos e cientes de que o bom futebol é sempre um excelente ponto partida para mais conquistas.

O F.C. Porto é uma equipa feliz e nota-se. O Benfica parece abandonado e é impossível não reparar. Resta saber se alguém lhe dá a mão.